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  • E-commerce · faturamentoR$ 235,5 bi▲ +15,3%Fonte: ABComm
  • E-commerce · pedidos438,9 mi▲ +5,8%Fonte: ABComm
  • E-commerce · ticket médioR$ 536,60▲ +8,98%Fonte: ABComm
  • E-commerce · compradores94,2 mi▲ +3,2%Fonte: ABComm
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  • Startups · fatia das fintechs nos aportes, 1º sem. 202667%62% em 2025Fonte: Sling Hub, via Valor Econômico
  • Empreendedores iniciais · IA como prioridade digital74%× 35% site próprio e e-commerceFonte: GEM 2024/2025, via Sebrae
  • Donos de negócio com 60 anos ou mais16,5%Fonte: PNAD (IBGE), via Sebrae
  • E-commerce · compras pelo celular55,5%× 44,5% desktopFonte: ABComm
  • E-commerce · projeção de faturamento para 2026acima de R$ 258 biFonte: ABComm

E-commerceNotíciaDados com fonte declarada

Mapa da Fraude: 108 mil tentativas barradas no e-commerce em julho; celular tem risco 5,6 vezes maior

Mapa da Fraude: 108 mil tentativas barradas no e-commerce em julho; celular tem risco 5,6 vezes maior
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Em resumo

Dados da Serasa Experian noticiados em 21 de setembro de 2026 apontam R$ 92,2 milhões em perdas evitadas no mês. O pedido fraudulento médio foi de R$ 838,88, 51,2% acima do legítimo. Beleza lidera em quantidade, mas celulares têm a maior taxa de risco, de 4,52%, contra média de 0,8%.

O mês em números

O comércio eletrônico brasileiro barrou mais de 108 mil tentativas de fraude em pagamentos ao longo de julho de 2026, de acordo com o Mapa da Fraude, da Serasa Experian. Se tivessem passado, representariam R$ 92,2 milhões em prejuízo. São mais de 3,5 mil tentativas e perto de R$ 3 milhões por dia. Os dados foram noticiados em 21 de setembro de 2026 pelo E-Commerce Brasil.

O levantamento reflete as transações analisadas pela empresa, que fornece soluções antifraude. Não é uma estatística de todo o varejo online, mas dá uma boa ideia de onde o risco se concentra. Os números são de julho; os do primeiro semestre, apresentados pela empresa no Summit Pagamentos, estão na notícia sobre o pedido fraudulento de R$ 900.

Fraudador compra mais caro

O valor médio do pedido fraudulento foi de R$ 838,88. O do pedido legítimo, de R$ 554,87. A diferença é de 51,2%.

Para Rodrigo Sanchez, executivo da Serasa Experian responsável pela área de autenticação e prevenção a fraude, quem usa cartão roubado ou dado de terceiro tenta tirar o máximo de cada operação, e por isso mira valores maiores.

Quantidade e risco contam histórias diferentes

Em número de tentativas bloqueadas, o ranking é este:

  • beleza: 10.901;
  • saúde: 6.835;
  • calçados: 6.013.

Em taxa de risco, que é a proporção de fraudes sobre o total de transações da categoria, a ordem muda. A média do e-commerce no mês foi de 0,8%.

  • celulares: 4,52%, com apenas 557 tentativas;
  • eletrônicos: 3,34%;
  • acessórios eletrônicos: 2,29%;
  • beleza: 1,25%;
  • calçados: 1,23%;
  • eletrodomésticos: 1,15%;
  • saúde: 0,61%.

Beleza recebe muitas tentativas porque vende muito; proporcionalmente, o risco fica pouco acima da média. Celular é o contrário: poucos casos em número absoluto, mas quase um em cada 22 pedidos é golpe.

Onde está o dinheiro

Em perdas evitadas, saúde lidera, com cerca de R$ 5,5 milhões. Em seguida vêm beleza (R$ 3,14 milhões), eletrodomésticos (R$ 3,09 milhões) e celulares (R$ 2,45 milhões).

A comparação de valor médio por categoria revela o comportamento do golpista. Em celulares, o pedido fraudulento médio é de R$ 4.394,27, perto dos R$ 3.966,35 do pedido legítimo. Em eletrodomésticos, R$ 2.130,47 contra R$ 1.990,32. Em saúde, a distância é grande: R$ 828,37 na fraude e R$ 282,51 na compra normal, quase o triplo.

“Uma categoria com grande quantidade de tentativas fraudulentas não necessariamente é aquela com maior risco proporcional, já que o volume total de pedidos também influencia essa relação.”

— Rodrigo Sanchez, diretor de Autenticação e Prevenção a Fraude da Serasa Experian

Como usar esses dados na sua regra de risco

  • Calibre por categoria. Aplicar a mesma verificação a um batom e a um smartphone é errar duas vezes: trava a venda barata e deixa a cara exposta.
  • Desconfie do pedido muito acima do seu valor médio, sobretudo em saúde, onde a fraude vale quase o triplo da compra normal. Um alerta para pedidos acima de duas ou três vezes a média da categoria pode ajudar a separar os casos que merecem conferência.
  • Confirme por outro canal as vendas de alto valor antes de despachar. Uma mensagem ou ligação custa menos que um estorno.
  • Não aperte tudo. Regra dura demais recusa cliente bom, e esse prejuízo não aparece no relatório. A conta está em o custo do falso positivo.

O checklist de segurança da loja virtual cobre invasão de conta e robôs, e a conferência de estornos em marketplace está em conciliação de repasses.

Comece por aqui Novo no assunto? Leia primeiro o que é e-commerce, o texto-base desta cobertura.

Fonte: E-Commerce Brasil

Perguntas frequentes

Quantas fraudes foram bloqueadas no e-commerce em julho de 2026?

Mais de 108 mil tentativas, que somariam R$ 92,2 milhões em perdas, segundo o Mapa da Fraude, da Serasa Experian.

Qual categoria tem maior risco de fraude?

Celulares, com taxa de 4,52% das transações, 5,6 vezes a média geral de 0,8%. Em número de tentativas, a líder é beleza, com 10.901.

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