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  • E-commerce · faturamentoR$ 235,5 bi▲ +15,3%Fonte: ABComm
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  • E-commerce · ticket médioR$ 536,60▲ +8,98%Fonte: ABComm
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  • Startups · fatia das fintechs nos aportes, 1º sem. 202667%62% em 2025Fonte: Sling Hub, via Valor Econômico
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  • E-commerce · compras pelo celular55,5%× 44,5% desktopFonte: ABComm
  • E-commerce · projeção de faturamento para 2026acima de R$ 258 biFonte: ABComm

E-commerceNotíciaDados com fonte declarada

Compra de mercado pela internet salta 58% em um ano e ainda é só 2% das ocasiões

Compra de mercado pela internet salta 58% em um ano e ainda é só 2% das ocasiões
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Em resumo

O estudo Consumer Insights 2026, da Worldpanel by Numerator, com 11 mil lares, mostra que a compra de abastecimento pela internet quase dobrou no segundo trimestre de 2026 (alta de 94%) e ganha peso do dia 11 ao dia 20 do mês. No WhatsApp, a categoria líder é bebida.

Cresce rápido sobre uma base pequena

No segundo trimestre de 2026, as vendas pela internet de bens de consumo massivo, o conjunto de alimentos, bebidas, higiene e limpeza que o mercado chama de FMCG, subiram 58% no Brasil sobre o mesmo período de 2025. Ainda assim, o canal responde por apenas 2% das ocasiões de compra da categoria. Os dados são do Consumer Insights 2026, da Worldpanel by Numerator, e foram noticiados em 18 de setembro de 2026 pelo E-Commerce Brasil.

O estudo acompanha um painel de 11 mil domicílios em todo o país; é um painel de compras registradas, segundo a empresa.

A compra do mês migrou para a tela

O avanço mais forte está na compra de abastecimento, aquela maior, de reposição da despensa. Ela cresceu 94% no comércio eletrônico em um ano, e sua participação nas unidades compradas subiu cinco pontos percentuais.

A compra de abastecimento pesa mais na segunda dezena do mês: do dia 11 ao 20, ela responde por 45,2% das unidades compradas online (15,3 pontos percentuais a mais que em 2025), contra 21,9% nos dez primeiros dias e 21,6% do dia 21 em diante.

Cada canal, uma missão

O levantamento separa as formas de comprar online: lojas exclusivamente digitais, marketplaces híbridos, aplicativos próprios de varejistas, plataformas de delivery e WhatsApp. O comportamento varia:

  • nas lojas só digitais, higiene e beleza é a cesta mais comprada e a de maior valor;
  • no WhatsApp, bebida lidera, numa lógica de conveniência.

“O crescimento do e-commerce mostra que o digital já conquistou espaço na jornada de compra, mas o próximo desafio é transformar experimentação em recorrência.”

— Daniel Horai, diretor de Novos Negócios da Worldpanel by Numerator

IA antes da escolha do canal

Em outro levantamento da mesma empresa, com 3.290 lares, quem recorre à inteligência artificial para decidir uma compra usa a ferramenta assim: 20,9% buscam informação detalhada sobre o produto, 17,8% querem saber quais são as melhores marcas, 17,2% querem entender o que considerar na escolha, 14,7% procuram melhor preço ou custo-benefício, 14% pedem recomendação e 13,7% comparam alternativas.

Quem pode aproveitar

Dois por cento parece pouco, mas cada ponto percentual de um mercado desse tamanho é muita venda, e o crescimento de 58% mostra a direção. A oportunidade não está restrita às grandes redes.

  • Mercado de bairro e empório: o WhatsApp já é canal de compra de bebida. Lista de preços atualizada, pedido por mensagem e entrega no mesmo dia bastam para começar, como mostra vender pelo WhatsApp com catálogo.
  • Marca de higiene, beleza ou alimento: produto de reposição combina com assinatura. O cliente que recebe todo mês tende a comparar menos. A conta está em clube de assinatura no varejo.
  • Qualquer loja com item de recompra: programe a comunicação para a segunda dezena do mês, quando a compra de abastecimento pesa mais no online.

O desafio apontado pelo estudo é a frequência: muita gente experimenta e não repete. Para saber se a sua base está voltando, use o método de recompra por coorte. E, como produto de mercado é pesado e barato, o frete decide a margem; veja embalagem e custo de frete.

Comece por aqui Novo no assunto? Leia primeiro o que é e-commerce, o texto-base desta cobertura.

Fonte: E-Commerce Brasil

Perguntas frequentes

Quanto cresceu a compra online de bens de consumo?

58% no segundo trimestre de 2026 sobre o mesmo período de 2025, segundo a Worldpanel by Numerator. A compra de abastecimento pela internet cresceu 94%.

Qual é a participação do e-commerce nessa categoria?

2% das ocasiões de compra de bens de consumo massivo, o que indica espaço para aumentar a frequência de quem já compra online.

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O levantamento da CNDL e do SPC Brasil com a Offerwise, divulgado em 27 de julho de 2026, projeta em 139 milhões o total de brasileiros que compram pela internet, um acréscimo de 20 milhões sobre 2025. A média subiu de 4,6 para 5,1 pedidos por mês, o Pix (72%) aparece à frente do cartão de crédito (60%) e a parcela com problema na última compra foi de 20% para 27%.

Por Redação ConnectWeekFonte: CNDL e SPC Brasil