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Portal de pedidos B2B na loja virtual: preço por cliente, pedido mínimo e cadastro aprovado

Em resumo

Vender para outras empresas pela própria loja virtual, com preço e condição por cliente, depende de recursos que mudam de uma plataforma para outra. O ConnectWeek leu a documentação pública do Shopify B2B e da B2B Suite da VTEX. O texto explica como cada plataforma cadastra o comprador, define preço por cliente e aprova o acesso, e como a Shopify trata o pedido mínimo e os limites de cada plano.

Portal de pedidos B2B é o nome que o mercado dá à área de uma loja virtual em que outra empresa, como um lojista que revende os produtos, faz login e compra com o preço e as condições combinados com ela. B2B é a sigla em inglês de business-to-business, a venda de empresa para empresa. A definição de portal de pedidos é do ConnectWeek: as plataformas consultadas para este texto dão nomes próprios ao recurso.

Este artigo mostra como duas plataformas de loja virtual tratam esse recurso na documentação pública: a Shopify, com o Shopify B2B, e a VTEX, com a B2B Suite. O texto se concentra em três configurações: preço por cliente, pedido mínimo e aprovação de cadastro. As fontes são doze artigos da central de ajuda da Shopify e três da central de ajuda da VTEX, consultados em 13 de outubro de 2026. Os artigos da VTEX cobrem cadastro e preço; o pedido mínimo é explicado aqui só com a documentação da Shopify. A venda para empresas em plataformas de terceiros é outro assunto, explicado em marketplace B2B: onde vale a pena vender. Imposto e nota fiscal da venda entre empresas ficam fora deste texto.

Em que planos o Shopify B2B existe e o que ele exige

A central de ajuda da Shopify define o Shopify B2B como um conjunto de recursos nativos para vender a outras empresas pelo admin, o painel de administração da loja, e pela loja virtual. O artigo de recursos por plano diz que ele pode ser usado nos planos Basic, Grow, Advanced e Shopify Plus. O de requisitos e considerações informa que os recursos B2B estão incluídos nesses planos sem custo extra. A mesma fonte ressalva que, “se aplicável”, pedidos B2B e pedidos de consumidores têm valores diferentes de taxa de plataforma variável, e orienta a procurar o atendimento da Shopify para saber os detalhes.

Entre os requisitos que a Shopify lista, dois tratam do cadastro. Os clientes B2B precisam ser cadastrados como empresas no admin. E a loja precisa ativar as contas de cliente na versão atual: as contas antigas de cliente não servem para clientes nem para pedidos B2B. O valor da assinatura e as formas de a loja brasileira receber pagamentos estão em Shopify no Brasil: pagamento, frete e checkout.

Como a Shopify cadastra o comprador: empresa, local e contato

O artigo sobre criação de empresas separa dois níveis. A empresa é a organização principal. O local da empresa é a unidade que compra, aquela para a qual a loja vende em cada transação, e cada local pode ter os próprios endereços de entrega e de faturamento, preços, termos de pagamento e contatos. Quando a loja cria a empresa, o sistema cria junto o primeiro local dela. Uma rede com três lojas, num exemplo do ConnectWeek, pode ser cadastrada como uma empresa com três locais.

A mesma fonte publica os limites: número ilimitado de empresas, no máximo 10.000 locais e 10.000 clientes por empresa, e no máximo 25 catálogos e 50 clientes por local. O contato de cada local recebe uma de duas permissões:

  • Apenas pedidos: compra para o local e consulta os pedidos que ele mesmo fez.
  • Admin do local (administrador do local): compra, consulta os pedidos de todos os clientes daquele local e atualiza os endereços de entrega e de faturamento.

O comprador entra sem senha. Segundo o artigo de login e contas de cliente, ele informa o e-mail associado a um local da empresa e recebe um código de seis dígitos, de uso único. Quem tem acesso a mais de um local escolhe para qual deles vai comprar antes de pôr itens no carrinho, e vê os preços definidos para aquele local. Quem não está associado a um local, ou não fez login, é tratado como consumidor comum.

Preço por cliente na Shopify depende do plano

O preço diferenciado sai de um catálogo. Segundo o artigo sobre catálogos e preços, o catálogo define quais produtos o cliente B2B enxerga e por quanto. O preço muda dentro dele por um ajuste geral, em percentual, para todos os produtos, ou por um preço fixo para produtos ou variantes específicos. Variante é cada versão de um produto, como a cor ou o tamanho nos exemplos da Shopify. O preço fixo substitui o ajuste geral.

A Shopify dá um exemplo. Uma loja vende velas a US$ 10 e cria um catálogo com ajuste geral de −20%: as velas passam a US$ 8 para as empresas com acesso a ele, já que 20% de 10 são 2. Uma das velas custa mais para produzir e recebe preço fixo de US$ 9, sem o ajuste.

O que muda de um plano para outro é a quem o catálogo pode ser atribuído: a um mercado B2B, que é um grupo de empresas montado no Shopify Markets, ou diretamente a uma empresa. O quadro resume o artigo de recursos por plano:

RecursoBasic, Grow e AdvancedShopify Plus
Catálogos B2B ativosaté 3, somados todos os mercados B2Bsem limite por plano; o artigo de catálogos fixa o máximo de 10.000 catálogos por loja
A quem o catálogo é atribuídoa mercados B2Ba mercados B2B e diretamente a empresas e locais
Regras de quantidade e reduções de preço por quantidadesimsim
Exigência de depósito e pagamentos parciaisnãosim

No B2B, o Shopify Markets agrupa clientes para dar a cada grupo preços e produtos próprios. Nos planos Basic, Grow e Advanced, o catálogo só pode ser ligado a esses grupos, e a loja precisa usar a versão nova do Shopify Markets. Na leitura do ConnectWeek, uma loja nesses planos trabalha com até três tabelas de preço ativas para o atacado. O preço negociado empresa por empresa, que a Shopify chama de preço no nível do cliente, exige o Shopify Plus.

No Plus, um local pode receber vários catálogos, e a Shopify explica qual preço vale quando o mesmo produto está em mais de um. Entre catálogos atribuídos ao mesmo local, a loja mostra o menor preço. Entre um catálogo do local e um do mercado B2B a que ele pertence, vale o do local, que a Shopify trata como o mais específico, ainda que seja o mais alto. No exemplo da Shopify, US$ 9 no catálogo do local e US$ 7 no do mercado resultam em US$ 9 para o cliente.

Pedido mínimo: por quantidade no catálogo, por valor com aplicativo

A Shopify trata o pedido mínimo de duas formas. A que faz parte do catálogo é por quantidade. O artigo sobre regras de quantidade e preços por volume descreve três regras, que a loja pode combinar:

  • Mínimo: quantas unidades de um item o cliente precisa levar, pelo menos, em cada compra.
  • Máximo: o teto de unidades do item por pedido.
  • Incremento: o múltiplo em que o item é vendido. Com incremento de 10, o cliente compra 10, 20 ou 30 unidades.

As três valem por variante. No exemplo da Shopify, um chapéu vendido em cinza e em azul, com mínimo de 10, exige 10 unidades de cada cor; 5 de uma e 5 de outra não fecham o mínimo. A Shopify recomenda que o tema, o modelo visual da loja, mostre o mínimo na página do produto, para o cliente saber quanto precisa pôr no carrinho.

O preço por volume reduz o preço unitário conforme a quantidade pedida. São até dez faixas de redução por produto, aplicadas a cada variante. Cada faixa precisa começar numa quantidade acima da mínima e múltipla do incremento. A Shopify registra ali um efeito colateral: o produto que recebe preço por volume fica com preço fixo, e o ajuste geral do catálogo deixa de valer para ele.

Um exemplo hipotético do ConnectWeek, em reais, junta as regras. Uma marca de cosméticos vende um sabonete a R$ 20 no varejo e cria um catálogo de atacado em que ele sai a R$ 14, com mínimo de 12 unidades, incremento de 6 e uma faixa de redução para R$ 13 a partir de 48 unidades. O revendedor que pede 42 unidades paga 42 × R$ 14 = R$ 588. O que pede 48 paga 48 × R$ 13 = R$ 624. Um pedido de 40 unidades não passa, porque 40 não é múltiplo de 6.

O mínimo por valor do pedido fica fora do catálogo. Checkout é a etapa em que o cliente fecha a compra. A seção de checkout, pedidos e rascunhos de pedido no B2B informa que a loja pode exigir subtotal mínimo e máximo, de todos os clientes ou só dos clientes B2B, com o Checkout Blocks, descrito ali como aplicativo gratuito.

Como a loja aprova o cadastro de um novo comprador

A própria loja pode criar a empresa no admin e associar o contato. O interessado também pode pedir acesso por um formulário, recurso que a Shopify chama de solicitação de conta de empresa. O recurso depende do aplicativo Shopify Forms, e o formulário pode abrir em janela sobreposta (pop-up) ou ficar embutido numa página de cadastro.

O nome da empresa e o e-mail são os campos obrigatórios. A loja pode acrescentar outros, de tipos como texto, número, data, lista de opções e envio de arquivo de até 20 MB, e guardar as respostas no perfil da empresa para usar na análise. Quando o interessado envia o formulário, o sistema cria uma empresa, um local e um cliente. O recurso não serve para incluir uma pessoa numa empresa que já existe.

Por padrão, a empresa criada pelo formulário não consegue fazer pedidos nem ver os preços B2B até ser aprovada. A análise é feita no admin, em Clientes, Empresas, na aba “Pedidos não aprovados”:

  1. abrir a empresa e ler as informações enviadas pelo formulário;
  2. para aprovar, clicar em “Gerenciar permissões”, escolher os locais e atribuir as permissões do contato;
  3. se quiser, marcar o envio do e-mail que avisa o cliente de que ele já pode fazer pedidos B2B;
  4. para recusar, excluir a empresa.

A loja que preferir liberar todas as solicitações de acesso sem análise pode usar um modelo pronto do Shopify Flow, a ferramenta de automação da plataforma. Depois do cadastro existe uma segunda camada de controle, descrita no artigo de criação de empresas: em cada empresa ou local, a loja escolhe se os pedidos entram automaticamente ou chegam como rascunhos para análise. Segundo a visão geral dos recursos, o rascunho permite rever e alterar o pedido antes da confirmação e negociar com o cliente.

Uma loja para os dois públicos ou uma loja só para empresas

Antes de configurar qualquer coisa, a Shopify pede uma decisão que ela mesma avisa ser difícil de desfazer: loja híbrida ou loja específica. A híbrida atende na mesma loja as empresas e os consumidores, público que a Shopify identifica pela sigla D2C, de venda direta ao consumidor. A específica é uma loja separada, só para empresas. O artigo sobre a escolha do tipo de loja diz que trocar depois obriga a refazer a maior parte da configuração, inclusive empresas, catálogos e personalizações da loja virtual.

PontoLoja híbridaLoja específica
Admin, tema e marcaos mesmos para empresas e consumidoresseparados
Estoquecompartilhado; não pode ser alocado por tipo de clienteseparado por padrão
Aplicativos e integraçõesconfigurados e pagos uma vezconfigurados e pagos de novo, por ser outra loja
Loja fechada a quem não é cliente B2Bnão é possívelé possível

A Shopify indica a híbrida para quem vende produtos parecidos aos dois públicos, divide o estoque e tem a mesma equipe nas duas frentes. A específica é indicada para quem quer experiência separada, estoque distinto, equipes diferentes ou loja fechada. Por padrão, segundo o artigo de login, a loja B2B é aberta ao público: qualquer visitante navega, e só o cliente B2B que fez login vê os preços e os produtos exclusivos do atacado.

A loja fechada perde um recurso. Com o acesso restrito, o formulário de solicitação de conta deixa de funcionar, porque o visitante sem login não chega até ele. A saída descrita pela Shopify é manter a loja aberta e esconder preços, produtos e botões de compra de quem não fez login, pelo editor de temas ou por código. A personalização pelo editor para o contexto B2B está nos planos Advanced e Plus. A indústria que pensa na loja híbrida para atender revendedor e consumidor no mesmo endereço encontra a discussão sobre os canais em D2C para pequena indústria.

Prazo de pagamento e o que o B2B da Shopify não aceita

Cada local da empresa pode ter um termo de pagamento, que é o prazo para pagar o pedido. O artigo de termos de pagamento lista prazos de 7, 15, 30, 45, 60 e 90 dias, contados do dia do pedido e chamados de “líquido 7” a “líquido 90”. Há também o vencimento no processamento, em que a cobrança vence quando todos os itens do pedido já foram processados. Sem termo configurado, o pagamento vence na hora. A exigência de um depósito em percentual só existe no Shopify Plus, segundo o artigo de recursos por plano. O mesmo artigo põe entre os recursos exclusivos do Plus as “solicitações de pagamento por processamento”, e as fontes não dizem se isso é o mesmo que o vencimento no processamento.

O artigo de requisitos traz as restrições. Entre os recursos que não funcionam com o B2B estão:

  • os checkouts acelerados (a Shopify cita Shop Pay, Apple Pay, Google Pay e Amazon Pay);
  • a entrega local e os pontos de retirada (a entrega local e a retirada na loja continuam disponíveis nos rascunhos de pedido criados no admin);
  • a gorjeta e as assinaturas;
  • alguns aplicativos de terceiros, caso em que a orientação é consultar o desenvolvedor.

Há um teto de tamanho: o pedido com mais de 500 produtos ou variantes diferentes falha, e o mesmo vale para o rascunho de pedido. E um cuidado de cadastro: o pedido precisa ser feito por um cliente B2B que esteja associado a um local da empresa no momento da compra.

Na VTEX, política comercial com aprovação e a B2B Suite

A VTEX documenta o B2B em artigos da sua central de ajuda que, na consulta de 13 de outubro de 2026, estavam em inglês; a visão geral da B2B Suite aparecia em inglês mesmo no endereço em português. Os três artigos lidos trazem o aviso de que se aplicam só à B2B Suite. O menu da central lista também um B2B Buyer Portal, que não foi lido para este texto. O guia de configuração do B2B na VTEX afirma que os ambientes B2B na plataforma costumam ser bloqueados, no todo ou em parte, para usuários anônimos, e que a autenticação é exigida para ver as informações comerciais dos produtos. O artigo de lojas de autoatendimento registra que, por padrão, a loja VTEX é aberta ao público, também no B2B, e que o fechamento é uma configuração.

O passo que o guia chama de mais importante é incluir uma regra condicional na política comercial B2B. O guia não define política comercial; diz que o campo de regra condicional dela determina quais usuários podem navegar no site. Nas lojas B2B tradicionais, esse campo recebe o valor approved="true", em que approved é um campo do cadastro do cliente. Com a regra, o site separa três tipos de usuário:

  • Anônimo: não fez login, não vê informações dos produtos e é levado a uma página de acesso não autorizado.
  • Não aprovado: cadastrou-se e fez login, mas o cadastro não cumpre a regra; também não vê os produtos e cai numa página de acesso restrito.
  • Aprovado: o cadastro cumpre a regra, e ele vê as informações dos produtos.

O cadastro começa por um formulário de pré-cadastro, com dados como nome, e-mail, telefone e endereço. O campo usado na regra não entra no formulário porque, nas palavras do guia, o usuário não pode aprovar a si mesmo. A cada novo cadastro, o lojista analisa e aprova o usuário na interface de CRM da plataforma, o sistema de cadastro de clientes. O guia registra que o envio dos dados do formulário exige o desenvolvimento de um arquivo JavaScript, que é código de programação. Traz ainda duas exigências prévias: quem já tem loja para consumidores na VTEX precisa criar uma multiloja para a operação B2B, e toda loja B2B deve procurar o suporte da VTEX antes de entrar em produção.

O preço por cliente está em outros dois artigos. O de lojas B2B de autoatendimento, aquelas em que o comprador percorre a compra sem falar com um vendedor, diz que os preços são configurados por tabelas de preço, definidas como um conjunto de preços aplicado a determinados SKUs em um contexto. SKU, na explicação do ConnectWeek, é o código de cada item do catálogo. A visão geral da B2B Suite descreve a B2B Suite como uma coleção de aplicativos, instalada pela App Store do painel da VTEX. Um deles, o B2B Organizations, agrupa os usuários compradores em organizações. Cada organização pode receber formas de pagamento, tabelas de preço e coleções de produtos específicas, de modo que todos os usuários dela compram nas mesmas condições comerciais. A organização pode ser dividida em centros de custo, cada um com os próprios endereços de entrega.

Outros aplicativos da B2B Suite cobrem a cotação, o número da ordem de compra no checkout e o histórico de pedidos da organização. Na cotação, o comprador monta e salva um orçamento, e quem tem a permissão adequada pode aplicar desconto ou mudar quantidades antes de o pedido ser fechado.

O que decidir antes de contratar

  • De quantas tabelas de preço o atacado precisa. Basic, Grow e Advanced param em três catálogos ativos; preço negociado empresa por empresa pede o Shopify Plus.
  • Se o mínimo é por quantidade de cada item, regra de catálogo, ou por valor do pedido, caso em que a central de ajuda da Shopify indica o aplicativo Checkout Blocks.
  • Quem aprova os cadastros e que informação o formulário precisa pedir para essa análise.
  • Se revendedor e consumidor vão comprar na mesma loja. A Shopify avisa que a escolha é difícil de reverter.
  • Se a operação conta com programador ou agência. O guia da VTEX pressupõe desenvolvimento, e a restrição de páginas específicas na Shopify, segundo o artigo de login, é feita por desenvolvimento personalizado ou por aplicativo de terceiros.

A comparação de mensalidade e de taxa por venda entre plataformas, que pesa na mesma decisão, está em plataformas de e-commerce: como comparar pelo custo total.

Comece por aqui Novo no assunto? Leia primeiro o que é e-commerce, o texto-base desta cobertura.

Fonte: Shopify, central de ajuda

Perguntas frequentes

O que é um portal de pedidos B2B?

B2B é a sigla em inglês de business-to-business, a venda de empresa para empresa. Portal de pedidos B2B, na definição do ConnectWeek, é a área de uma loja virtual em que outra empresa, como um lojista revendedor, faz login e compra com o preço e as condições combinados com ela. O termo é de mercado. A Shopify chama o recurso de Shopify B2B, e a VTEX, de B2B Suite.

Dá para ter preço diferente por cliente na Shopify?

Sim, por meio de catálogos, mas o alcance depende do plano. Nos planos Basic, Grow e Advanced, a loja atribui até três catálogos ativos a mercados B2B, que são grupos de empresas. A atribuição de um catálogo diretamente a uma empresa ou a um local da empresa, que a Shopify chama de preço no nível do cliente, só existe no Shopify Plus, segundo o artigo de recursos por plano consultado em 13 de outubro de 2026.

Como definir pedido mínimo para clientes B2B na Shopify?

Há duas formas. No catálogo B2B, a loja define regras de quantidade por variante (cada versão do produto, como cor ou tamanho): mínimo, máximo e incremento, que é o múltiplo de venda. O mínimo por valor do pedido fica fora do catálogo: a central de ajuda da Shopify informa que a loja pode exigir subtotal mínimo e máximo com o aplicativo Checkout Blocks.

O cadastro de um cliente B2B precisa ser aprovado pela loja?

Na Shopify, a empresa criada pelo formulário de solicitação de conta não faz pedidos nem vê os preços B2B até a loja aprovar, a menos que a loja use um modelo de automação do Shopify Flow para liberar todas as solicitações de acesso. Na VTEX, o guia de configuração do B2B descreve uma regra na política comercial pela qual só o usuário autenticado e aprovado vê as informações dos produtos, e a aprovação de cada cadastro cabe ao lojista.

Preciso de uma loja separada para vender no atacado pela Shopify?

Não necessariamente. A Shopify admite a loja híbrida, que atende empresas e consumidores no mesmo endereço e com o mesmo estoque, e a loja específica, separada e só para empresas. A plataforma avisa que a escolha é difícil de desfazer: trocar de tipo obriga a refazer a maior parte da configuração. Só a loja específica pode ser fechada a quem não é cliente B2B. Com a loja fechada, o formulário de solicitação de conta deixa de funcionar.

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