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  • E-commerce · faturamentoR$ 235,5 bi▲ +15,3%Fonte: ABComm
  • E-commerce · pedidos438,9 mi▲ +5,8%Fonte: ABComm
  • E-commerce · ticket médioR$ 536,60▲ +8,98%Fonte: ABComm
  • E-commerce · compradores94,2 mi▲ +3,2%Fonte: ABComm
  • Selic · Copom 16/09/202613,75% a.a.4º corte seguidoFonte: Banco Central
  • Startups · fatia das fintechs nos aportes, 1º sem. 202667%62% em 2025Fonte: Sling Hub, via Valor Econômico
  • Empreendedores iniciais · IA como prioridade digital74%× 35% site próprio e e-commerceFonte: GEM 2024/2025, via Sebrae
  • Donos de negócio com 60 anos ou mais16,5%Fonte: PNAD (IBGE), via Sebrae
  • E-commerce · compras pelo celular55,5%× 44,5% desktopFonte: ABComm
  • E-commerce · projeção de faturamento para 2026acima de R$ 258 biFonte: ABComm

MarketingNotíciaDados com fonte declarada

Vídeo de gente comum usando o produto pesa mais que o de influenciador para quem pesquisa no YouTube

Vídeo de gente comum usando o produto pesa mais que o de influenciador para quem pesquisa no YouTube
Imagem ilustrativa

Em resumo

O estudo YouTube no Brasil 2026, do Opinion Box, ouviu mil pessoas entre junho e julho. Vídeo de gente comum usando o produto (56%) e vídeo técnico (55%) superam o de influenciador (21%). Mais da metade já comprou algo recomendado na plataforma, mas só 18% se interessam pela publicidade.

O buscador de quem quer ver funcionando

Antes de comprar, a grande maioria de quem usa o YouTube vai lá conferir: 84% procuram vídeos sobre o produto que estão avaliando, e 58% fazem isso sempre ou quase sempre. Os números são do estudo YouTube no Brasil 2026, do Opinion Box, noticiado em 21 de setembro de 2026 pelo E-Commerce Brasil.

Foram mil entrevistas, feitas em junho e julho de 2026, e o estudo estima em 149 milhões o número de usuários da plataforma no país.

O que as pessoas querem assistir

A lista de formatos preferidos na hora da compra traz uma surpresa para quem investe em nomes famosos:

  • pessoas comuns mostrando o produto em uso: 56%;
  • vídeos técnicos: 55%;
  • comparações entre marcas: 47%;
  • conteúdo feito pela própria marca: 30%;
  • vídeos de influenciadores: 21%.

Sobre o uso em geral, 45% recorrem à plataforma para buscar informações de produtos e 30% assistem a reviews e avaliações.

Influência sim, influenciador nem tanto

Mais da metade (56%) já comprou um produto ou contratou um serviço recomendado em vídeo. No entanto, só 32% dizem que influenciadores têm peso alto nas suas decisões. Demonstração e informação prática parecem contar mais que a indicação de alguém conhecido.

Com a publicidade, a relação é pior:

  • 63% dizem que os anúncios recebidos não têm relação com o seu perfil;
  • 46% afirmam que os anúncios irritam;
  • 18% se interessam pelas propagandas exibidas.

“Se a marca quer se destacar nesse ambiente, precisa começar menos pelo que quer falar e mais pelo que o consumidor precisa saber.”

— Eduardo de Barros, CEO da IDK Brasil

Curto para descobrir, longo para decidir

O Shorts é usado por 55% dos entrevistados. Mesmo nesse grupo, cerca de 74% passam mais tempo com vídeos tradicionais, e 26%, com os curtos. A divisão de papéis fica clara: o vídeo rápido apresenta, e o longo aprofunda a comparação.

O que uma loja pequena faz com isso

O resultado favorece quem não tem verba. O formato mais valorizado é o mais barato de produzir: alguém de verdade usando o produto.

  • Grave a resposta para a pergunta que o cliente faz. Como instala, qual o tamanho real, serve para tal uso, qual a diferença entre o modelo A e o B. São exatamente as buscas que antecedem a compra.
  • Coloque o vídeo na página do produto e use a transcrição como texto, o que também ajuda na busca, como explica o modelo de descrição de produto para SEO.
  • Peça vídeo ao cliente. Um depoimento filmado no celular tem o perfil que 56% preferem. O jeito de pedir está em avaliações de clientes.
  • Desconfie do anúncio em vídeo como primeira aposta. Com 18% de interesse, a verba rende mais em conteúdo que responde à busca. Para definir quanto investir, veja tráfego pago para pequeno e-commerce.

Se for trabalhar com criadores, prefira os de nicho, que mostram uso real, com contrato e medição como em microinfluenciador para marca pequena. O que funciona no formato curto está em vídeo curto que vende.

A pesquisa é de opinião declarada, com mil respostas. O entrevistado diz o que acredita que o influencia, o que nem sempre coincide com o que de fato o leva a comprar.

Fonte: E-Commerce Brasil

Perguntas frequentes

Quantas pessoas pesquisam produtos no YouTube antes de comprar?

84% dos usuários ouvidos pelo Opinion Box procuram vídeos quando avaliam uma compra, e 58% fazem isso sempre ou na maioria das vezes.

Que tipo de vídeo mais influencia?

Pessoas comuns mostrando o produto em uso (56%), vídeos técnicos (55%) e comparações entre marcas (47%). Vídeos de influenciadores ficam com 21%.

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O estudo #Publi 2026, do IAB Brasil com a Offerwise, ouviu 1.512 pessoas de 11 a 19 de agosto de 2026. A confiança alta é de 46% quando a indicação vem de quem a pessoa já segue e de 21% quando vem de um desconhecido. Conteúdo com cara de propaganda é o principal motivo para não comprar entre os menos influenciados.

Por Redação ConnectWeekFonte: E-Commerce Brasil