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Números com fonte:

  • E-commerce · faturamentoR$ 235,5 bi▲ +15,3%Fonte: ABComm
  • E-commerce · pedidos438,9 mi▲ +5,8%Fonte: ABComm
  • E-commerce · ticket médioR$ 536,60▲ +8,98%Fonte: ABComm
  • E-commerce · compradores94,2 mi▲ +3,2%Fonte: ABComm
  • Selic · Copom 16/09/202613,75% a.a.4º corte seguidoFonte: Banco Central
  • Startups · fatia das fintechs nos aportes, 1º sem. 202667%62% em 2025Fonte: Sling Hub, via Valor Econômico
  • Empreendedores iniciais · IA como prioridade digital74%× 35% site próprio e e-commerceFonte: GEM 2024/2025, via Sebrae
  • Donos de negócio com 60 anos ou mais16,5%Fonte: PNAD (IBGE), via Sebrae
  • E-commerce · compras pelo celular55,5%× 44,5% desktopFonte: ABComm
  • E-commerce · projeção de faturamento para 2026acima de R$ 258 biFonte: ABComm

E-commerceNotíciaDados com fonte declarada

Lojas que vendem mais de R$ 200 mil por mês já somam 52% das vendas feitas na Nuvemshop, mostra o Radar

Lojas que vendem mais de R$ 200 mil por mês já somam 52% das vendas feitas na Nuvemshop, mostra o Radar
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Em resumo

O Radar do E-commerce D2C, publicado pela Nuvemshop em 2 de outubro de 2026, registra 2,87 milhões de pedidos em setembro nas lojas da plataforma, 39,3% acima de um ano antes. O Pix ficou com 50,59% dos pedidos, e lojas com frete grátis faturaram em média 5,74 vezes mais. Os dados são da base da empresa, não de todo o e-commerce.

O mês

As lojas próprias hospedadas na Nuvemshop receberam 2,87 milhões de pedidos pagos em setembro de 2026, alta de 39,3% sobre setembro de 2025, com faturamento 47,8% maior. Os números estão na edição de setembro do Radar do E-commerce D2C, relatório mensal da empresa, publicada em 2 de outubro de 2026. O valor médio por pedido ficou em R$ 283,53, 6,1% acima de um ano antes, embora a cesta tenha encolhido de 4,02 para 3,73 produtos.

O relatório descreve a base da própria plataforma, que informa uma base de 100 mil lojas ativas. Não é uma medida do e-commerce brasileiro.

Metade do faturamento nas lojas maiores

O destaque da edição é a concentração. As lojas que faturam mais de R$ 200 mil por mês responderam por 52,03% do faturamento de setembro e por 72,5% do crescimento em um ano. Nessa faixa, a receita subiu 81,9%; entre as lojas de até R$ 100 mil mensais, 22,26%.

Segundo a Nuvemshop, o avanço do topo tem duas origens: há 55,2% mais lojas acima de R$ 200 mil, e cada uma faturou em média 17,2% a mais. O valor médio do pedido nelas é de R$ 328,13, contra R$ 232,15 nas menores. A faixa do meio, de R$ 100 mil a R$ 200 mil, ganhou lojas (22,2%), mas o faturamento médio de cada uma quase não saiu do lugar (1,6%).

Frete grátis acompanha o tamanho

As lojas que oferecem frete grátis faturaram em média R$ 26.309 no mês, e as que não oferecem, R$ 4.583, uma diferença de 5,74 vezes. Em setembro de 2025, era de 4,48 vezes. O próprio relatório ressalva que a relação não é só de causa e efeito, já que operações maiores conseguem bancar o envio com mais folga.

Entre as lojas com mais de R$ 100 mil mensais, 94% adotam a prática; entre as menores, 59%. Nas lojas da faixa mais alta, porém, o envio gratuito aparece em apenas 29,55% dos pedidos, o que o relatório lê como sinal de gratuidade condicionada a um valor mínimo de compra. No total da base, 30,73% dos pedidos tiveram frete grátis.

Pix na frente, cartão nos pedidos maiores

O Pix respondeu por 50,59% dos pedidos pagos, e o cartão de crédito, por 44,99%. A vantagem, de 5,60 pontos percentuais, era de 3,31 pontos um ano antes. O porte muda o quadro: a fatia do Pix é de 53,67% nas lojas com receita mensal de até R$ 100 mil e de 47,28% nas que passam de R$ 200 mil.

A diferença de valor entre os dois meios foi mostrada em 10 de setembro pelo E-Commerce Brasil, com dados da mesma plataforma para junho a agosto de 2026: pedido médio de R$ 233,80 no Pix e de R$ 339,97 no cartão de crédito. Esse recorte não está no Radar de setembro.

Dia do Cliente

A semana de 13 a 19 de setembro somou R$ 203 milhões em vendas, 50,7% acima da semana equivalente de 2025 (R$ 134,7 milhões), com 706.874 pedidos. Sozinha, respondeu por 24,9% do faturamento do mês.

Onde cresceu

Os 13 estados acompanhados pelo relatório cresceram mais de 20% em faturamento. São Paulo (54,8%) e Distrito Federal (54,5%) lideram, seguidos por Paraná (50,4%) e Pernambuco (48,1%). São Paulo concentra 35,4% dos pedidos. Os maiores valores médios por pedido estão na Bahia (R$ 318,15), no Maranhão (R$ 315,33) e no Distrito Federal (R$ 312,73).

O que a loja pequena tira disso

A leitura a seguir é do ConnectWeek. O relatório mostra onde está a distância entre as faixas: no valor do pedido e na política de frete, mais do que no meio de pagamento.

Para o Dia das Crianças, o Radar lembra que a data cai numa segunda-feira de feriado e recomenda comunicar a data-limite de entrega. A intenção de compra do consumidor está na pesquisa em que metade de quem vai presentear, nas capitais, diz comprar pela internet.

Comece por aqui Novo no assunto? Leia primeiro o que é e-commerce, o texto-base desta cobertura.

Fonte: Nuvemshop (Radar do E-commerce D2C)

Perguntas frequentes

O que é o Radar do E-commerce D2C?

É o relatório mensal da Nuvemshop com dados das lojas próprias hospedadas na plataforma, que informa uma base de 100 mil lojas ativas. Os números descrevem essa base, e não o comércio eletrônico brasileiro inteiro.

Quanto cresceram as lojas da Nuvemshop em setembro de 2026?

Foram 2,87 milhões de pedidos pagos, 39,3% acima de setembro de 2025, e o faturamento cresceu 47,8% na mesma comparação. O valor médio por pedido foi de R$ 283,53, alta de 6,1%.

Qual a participação do Pix nos pedidos?

50,59% dos pedidos pagos em setembro de 2026, contra 44,99% do cartão de crédito. A fatia do Pix é de 53,67% nas lojas com receita mensal de até R$ 100 mil e de 47,28% nas que passam de R$ 200 mil.

Oferecer frete grátis faz a loja vender 5,74 vezes mais?

Não é o que o relatório diz. Ele mostra que a receita média das lojas que dão frete grátis foi 5,74 vezes a das que não dão, e avisa que isso não prova causa: operações maiores conseguem bancar o envio com mais folga.

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