Hoje

ConnectWeek

Portal de NegóciosNotícias, guias, dados e ferramentas.


  • E-commerce · faturamentoR$ 235,5 bi▲ +15,3%
  • E-commerce · pedidos438,9 mi▲ +5,8%
  • E-commerce · ticket médioR$ 536,60▲ +8,98%
  • E-commerce · compradores94,2 mi▲ +3,2%
  • Selic · Copom 16/09/202613,75% a.a.4º corte seguido
  • Startups · fatia das fintechs nos aportes, 1º sem. 202667%62% em 2025
  • Empreendedores iniciais · IA como prioridade digital74%× 35% site próprio e e-commerce
  • Donos de negócio com 60 anos ou mais16,5%
  • E-commerce · compras pelo celular55,5%× 44,5% desktop
  • E-commerce · projeção de faturamento para 2026acima de R$ 258 bi

E-commerceNotíciaDados com fonte declarada

Nuvemshop abre centro de distribuição no Rio e prevê reduzir frete dos lojistas em 20%

Unidade na Zona Norte do Rio foi projetada para processar 145,2 mil pacotes mensais; redução de frete e prazo são projeções da empresa.

Ilustração editorial em colagem e risografia de uma loja virtual, caixas passando por uma estação de triagem e vans, com formas que lembram o relevo do Rio de Janeiro.
Imagem ilustrativa

Em resumo

O centro de distribuição da Nuvemshop no Rio é o quarto da empresa no Brasil. A operação pode processar 145,2 mil pacotes por mês e a companhia estima reduzir o frete em ao menos 20%, dependendo da rota.

A Nuvemshop inaugurou um centro de distribuição na cidade do Rio de Janeiro para reforçar a logística das lojas que usam sua plataforma. A unidade é a quarta da empresa no Brasil e foi projetada para processar 145,2 mil pacotes por mês, segundo informações divulgadas pela companhia e publicadas por veículos do setor.

O centro fica na Pavuna, na Zona Norte, e opera no modelo de cross-docking: os pacotes chegam, são separados e seguem para o próximo trecho da entrega sem permanecer armazenados por longos períodos. A operação conecta a rede da empresa no Rio a pontos em São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

Frete 20% menor é uma estimativa da empresa

A Nuvemshop espera que a nova unidade reduza em pelo menos 20% o custo de frete para os lojistas atendidos e encurte o prazo de entrega em até cinco dias, a depender do destino. Esses números são metas divulgadas pela empresa; não significam que todo vendedor terá a mesma redução ou que todos os pedidos chegarão mais rápido.

A estrutura tem capacidade modular, que pode ser ampliada conforme o volume de pacotes. No início, deve processar aproximadamente metade dos 25 mil pacotes por hora que a companhia diz alcançar em sua unidade de São Paulo. A capacidade de um centro não corresponde ao volume de vendas de uma loja específica: o resultado de cada vendedor depende de origem do produto, destino, serviço escolhido e operação do próprio negócio.

Por que a empresa escolheu o Rio

Segundo dados da Nuvemshop citados pelo InfoMoney e pela Central do Varejo, o Rio é o quarto maior estado em faturamento de pequenas e médias lojas da plataforma, com crescimento de 33% em um ano. A empresa também afirma que mais de 66% dos produtos comprados por consumidores fluminenses são fabricados em estados onde ela já possui operação logística, como São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

Essa distribuição ajuda a explicar o desenho da malha: em vez de atender o estado como uma operação isolada, o novo centro aproxima os principais fluxos entre esses mercados. A companhia escolheu a região antes da temporada de novembro, quando estima que o volume de envios fique entre 60% e 90% acima de um mês comum.

O que muda para quem vende online

Na prática, a unidade cria mais uma alternativa logística para lojistas atendidos pelo Nuvem Envio. A promessa de frete menor pode influenciar a escolha de canais e a forma de planejar a entrega, mas o efeito real deve ser conferido nas cotações e nos prazos disponíveis para cada CEP. A empresa não divulgou uma tabela de fretes ou uma data em que todos os vendedores poderão usar o centro.

A Nuvemshop já havia anunciado uma parceria com o iFood para entregas no mesmo dia em algumas cidades. O novo centro tem outra função: organizar pacotes na rede de transporte e aproximar estoques e rotas entre estados. A publicação da Nuvemshop sobre a abertura reforça o plano de conectar marcas próprias a consumidores com mais opções de entrega.

Para acompanhar o impacto, os lojistas terão de comparar o custo e o prazo oferecidos em cada pedido após a entrada da unidade. A previsão de redução é relevante para o planejamento, mas só os dados efetivos de frete, entrega no prazo e recompra mostrarão se a mudança se confirmou para cada operação.

Comece por aqui Novo no assunto? Leia primeiro o que é e-commerce, o texto-base desta cobertura.

Fonte: Nuvemshop abre centro no Rio e prevê frete 20% menor

Continue lendo

Leia também

Ver tudo: Leia também

E-commerceNotícia··3 min

Seca no Amazonas: Correios avisam que envios de e para 14 faixas de CEP podem atrasar de 2/11 a 2/12

Os Correios declararam caso fortuito ou de força maior, situação fora do controle da empresa, por causa da seca no Amazonas. Pelo comunicado de 30 de outubro de 2026, encomendas com origem ou destino em 14 faixas de CEP do estado podem atrasar de 2 de novembro a 2 de dezembro. No período, a meta de nível de serviço desses objetos foi ajustada para 90% do nível ofertado.

Por Redação ConnectWeek

E-commerceNotícia··3 min

Compras do exterior: aeroporto de Salvador quer liberar encomendas e estima entrega até 48 horas mais rápida

A concessionária do Aeroporto de Salvador anunciou em 30 de outubro de 2026 que quer montar no terminal de cargas internacionais uma operação de remessas expressas (courier) para encomendas compradas no exterior. Pela estimativa do aeroporto, a entrega na Bahia pode ficar até 48 horas mais rápida. O projeto está na fase de escolha dos operadores.

Por Redação ConnectWeek

E-commerceNotícia··4 min

Compra por impulso frequente já chega a um terço dos compradores on-line, segundo a CNDL

Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil divulgada em 28 de outubro de 2026 mostra que um terço dos compradores on-line diz comprar por impulso quase sempre ou com frequência; em 2025, eram 25%. Entre os que compram por impulso, 58% já compraram um produto depois de assistir a vídeos no Instagram, no TikTok ou no YouTube.

Por Redação ConnectWeek