Hoje

ConnectWeek

Portal de NegóciosNotícias, guias, dados e ferramentas.


  • E-commerce · faturamentoR$ 235,5 bi▲ +15,3%
  • E-commerce · pedidos438,9 mi▲ +5,8%
  • E-commerce · ticket médioR$ 536,60▲ +8,98%
  • E-commerce · compradores94,2 mi▲ +3,2%
  • Selic · Copom 16/09/202613,75% a.a.4º corte seguido
  • Startups · fatia das fintechs nos aportes, 1º sem. 202667%62% em 2025
  • Empreendedores iniciais · IA como prioridade digital74%× 35% site próprio e e-commerce
  • Donos de negócio com 60 anos ou mais16,5%
  • E-commerce · compras pelo celular55,5%× 44,5% desktop
  • E-commerce · projeção de faturamento para 2026acima de R$ 258 bi

E-commerceNotíciaDados com fonte declarada

Black Friday 2026: IA já inicia a busca de produtos para 13% dos consumidores

Ilustração editorial em estilo Art Déco: consumidoras e consumidores comparam produtos em um celular, enquanto uma trilha de encomendas percorre um calendário de novembro; sem fotografia ou marcas reais.
Imagem ilustrativa

Em resumo

Pesquisa de intenção da LWSA indica que 13% começam a procura por produtos em ferramentas de IA; 54% pretendem distribuir as compras ao longo de novembro.

Na pesquisa para a Black Friday de 2026, ferramentas de inteligência artificial já aparecem como ponto de partida para uma parcela dos consumidores, mas ainda estão longe de substituir os marketplaces e as lojas como canais de compra. Um levantamento encomendado pela LWSA indica que 13% dos entrevistados começam a busca por produtos em ferramentas como ChatGPT, Gemini ou Claude. Entre esse grupo, 63% dizem recorrer à IA sempre ou com frequência.

O estudo também aponta que resumos gerados por inteligência artificial em buscadores influenciam a decisão de 45% dos participantes. Esse dado mede uma etapa diferente da jornada: não significa que 45% iniciaram a pesquisa em um chatbot. A distinção ajuda a entender por que a IA pode ter presença relevante na descoberta sem ser ainda o principal caminho até o carrinho.

Da descoberta à compra, o consumidor muda de canal

A pesquisa de intenção de compra foi realizada pelo Painel de Consumidores Opinion Box, entre 31 de julho e 19 de agosto, com 1.044 pessoas. Segundo os resultados divulgados, 56% começam a procurar produtos em marketplaces, 42% em sites de marcas e lojas e 33% em aplicativos próprios. Já na hora de concluir a compra, os sites das lojas aparecem na frente, citados por 55% dos entrevistados.

O movimento combina pesquisa distribuída e decisão em outro ambiente. Uma pessoa pode descobrir uma opção em uma resposta de IA, comparar preços em um marketplace e fechar o pedido no site da marca. Os números não provam que esse caminho se aplique a todos os consumidores, mas mostram que o lojista disputa atenção antes mesmo da visita à própria loja virtual.

Black Friday espalhada por novembro

A concentração em uma única sexta-feira também perdeu força no planejamento declarado. No estudo, 54% pretendem distribuir as compras ao longo de novembro, enquanto 20% planejam comprar exclusivamente na sexta-feira, marcada para 27 de novembro. Metade diz começar a pesquisar ofertas com mais de um mês de antecedência; 72% afirmam se preparar financeiramente para a data.

Para pequenas lojas, isso torna importante manter as informações dos produtos claras durante todo o período: nome e descrição específicos, variações disponíveis, preço, prazo e custo de entrega. Esses dados ajudam o consumidor a comparar opções em qualquer canal, inclusive quando uma ferramenta automatizada resume resultados. Não garantem que uma loja será recomendada por uma IA, nem substituem preço competitivo, estoque e uma experiência de compra confiável.

O que os números permitem concluir

Os resultados sugerem que a inteligência artificial já participa da pesquisa de parte do público e pode influenciar decisões por meio de resumos em buscadores. Ainda assim, o ponto de partida mais citado continua sendo o marketplace, e o site da loja ganha espaço no fechamento da compra. Para o varejista, o desafio prático é facilitar a comparação e estar preparado para atender o consumidor quando ele mudar de canal.

Os percentuais são respostas de intenção e comportamento declarado em uma pesquisa de painel, não uma medição de todas as compras realizadas na Black Friday. Além disso, as matérias consultadas reportam o mesmo levantamento da LWSA; não são três pesquisas independentes. O estudo foi divulgado pela empresa e repercutido por veículos como Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Startupi e E-Commerce Brasil.

Comece por aqui Novo no assunto? Leia primeiro o que é e-commerce, o texto-base desta cobertura.

Fonte: LWSA / Opinion Box

Continue lendo

Leia também

Ver tudo: Leia também

E-commerceNotícia··3 min

Seca no Amazonas: Correios avisam que envios de e para 14 faixas de CEP podem atrasar de 2/11 a 2/12

Os Correios declararam caso fortuito ou de força maior, situação fora do controle da empresa, por causa da seca no Amazonas. Pelo comunicado de 30 de outubro de 2026, encomendas com origem ou destino em 14 faixas de CEP do estado podem atrasar de 2 de novembro a 2 de dezembro. No período, a meta de nível de serviço desses objetos foi ajustada para 90% do nível ofertado.

Por Redação ConnectWeek

E-commerceNotícia··3 min

Compras do exterior: aeroporto de Salvador quer liberar encomendas e estima entrega até 48 horas mais rápida

A concessionária do Aeroporto de Salvador anunciou em 30 de outubro de 2026 que quer montar no terminal de cargas internacionais uma operação de remessas expressas (courier) para encomendas compradas no exterior. Pela estimativa do aeroporto, a entrega na Bahia pode ficar até 48 horas mais rápida. O projeto está na fase de escolha dos operadores.

Por Redação ConnectWeek

E-commerceNotícia··4 min

Compra por impulso frequente já chega a um terço dos compradores on-line, segundo a CNDL

Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil divulgada em 28 de outubro de 2026 mostra que um terço dos compradores on-line diz comprar por impulso quase sempre ou com frequência; em 2025, eram 25%. Entre os que compram por impulso, 58% já compraram um produto depois de assistir a vídeos no Instagram, no TikTok ou no YouTube.

Por Redação ConnectWeek