Gerador de QR Code Pix grátis 2026: placa em PDF e copia e cola
Código estático no padrão do Banco Central, PNG em alta e placa pronta para imprimir
Informe sua chave Pix e receba o QR Code no padrão BR Code, o Pix copia e cola, a imagem em PNG e uma placa em PDF A5 ou A4 para o balcão ou a vitrine. Grátis, sem cadastro e sem enviar a chave a nenhum servidor.
O e-mail cadastrado como chave no seu banco.
Até 25 caracteres, sem acento — é o que aparece no app de quem paga.
Até 15 caracteres.
Em branco, quem paga digita o valor.
Aparece para quem paga, se o banco exibir.
Letras e números, até 25. Ajuda a achar o pagamento no extrato.
O código é montado no seu navegador, no padrão BR Code do Banco Central. A chave não é enviada ao ConnectWeek nem a ninguém; os campos ficam salvos só neste aparelho para você não digitar de novo.
Como usar o gerador de QR Code Pix
- Escolha o tipo de chave (e-mail, celular, CPF, CNPJ ou aleatória) e digite a chave cadastrada no seu banco. O gerador confere CPF e CNPJ pelos dígitos verificadores e converte o celular para o formato +55, DDD e número, que é como a chave telefone fica registrada.
- Preencha nome e cidade do recebedor, sem acento. O nome aceita até 25 caracteres e a cidade até 15.
- Defina o valor ou deixe o campo em branco para que quem paga digite a quantia.
- Opcional: escreva uma mensagem curta e um identificador do pagamento (txid), com até 25 letras e números.
- Baixe o resultado: QR Code em PNG de alta resolução, código copia e cola ou placa em PDF, no tamanho A5 para balcão ou A4 para vitrine.
Todo o processamento acontece no navegador. A chave não é enviada a nenhum servidor, e os dados preenchidos ficam guardados apenas no aparelho. Antes de imprimir, faça um teste: pague R$ 0,01 lendo o código com o app de outro banco e confira se o nome que aparece na tela de confirmação é o seu.
O que é o BR Code e o Pix copia e cola
BR Code é o padrão de QR Code de pagamentos definido pelo Banco Central, construído sobre a especificação internacional EMV. Por trás do desenho quadriculado existe um texto organizado em campos: cada informação vem com um código de identificação, o tamanho e o conteúdo. Ali ficam a chave Pix, o nome e a cidade do recebedor, o valor (se houver), o identificador e, no fim, um código de verificação chamado CRC16.
O Pix copia e cola é exatamente esse texto, sem virar imagem. Serve para quem está no próprio celular e não tem como apontar a câmera para a tela: a pessoa copia a sequência, cola no app do banco e o pagamento aparece preenchido. Por isso vale mandar os dois juntos no WhatsApp ou por e-mail.
O CRC16 funciona como um dígito verificador do código inteiro. Se um único caractere for alterado, a conta não bate e o app do banco recusa a leitura. O gerador calcula e valida esse campo antes de mostrar o resultado.
| Campo do código estático | Limite |
|---|---|
| Nome do recebedor | até 25 caracteres |
| Cidade do recebedor | até 15 caracteres |
| Identificador do pagamento (txid) | até 25 letras e números |
| Valor | opcional; em branco, quem paga digita |
Fonte: Manual de Padrões para Iniciação do Pix, Banco Central do Brasil, conferido em 23/09/2026.
Pix estático ou dinâmico: qual é a diferença
O código que esta ferramenta produz é estático: as informações estão todas dentro do próprio QR Code. Ele não expira e pode ser pago várias vezes, por pessoas diferentes. É o formato indicado para placa de balcão, cardápio, cartão de visita ou cobrança recorrente de valor fixo.
O dinâmico é outra coisa. Ele é gerado pelo banco ou pela instituição de pagamento do recebedor a cada cobrança, e o QR Code aponta para um endereço onde os dados são consultados no momento do pagamento. Isso permite vencimento, valor único para aquela venda e confirmação automática no sistema da empresa. Quem precisa que o sistema de gestão ou a loja virtual dê baixa sozinha no pedido precisa do dinâmico, contratado com o banco ou com um intermediador de pagamentos.
| Característica | Estático (este gerador) | Dinâmico (banco ou intermediador) |
|---|---|---|
| Quem gera | Qualquer pessoa, com a chave | A instituição do recebedor |
| Uso | Vários pagamentos | Em geral, uma cobrança |
| Validade | Não expira | Pode ter vencimento |
| Valor | Fixo ou aberto | Definido para cada cobrança |
| Baixa automática no sistema | Não | Sim, quando integrado |
Valor fixo ou valor aberto
Deixe o valor em branco quando o preço muda a cada venda: feira, padaria, prestador que cobra por serviço. Quem paga digita a quantia no app, e você confere no extrato.
Coloque valor fixo quando o preço é sempre o mesmo: ingresso de um workshop, taxa de inscrição, um produto único, a mensalidade de um serviço. O valor já aparece preenchido, o que reduz erro de digitação. A desvantagem é que, se o preço mudar, a placa impressa perde a utilidade e precisa ser refeita.
Identificador do pagamento (txid) para conciliar vendas
O txid é um rótulo que acompanha o pagamento e pode aparecer no detalhamento do Pix recebido, conforme o banco. No código estático, ele aceita até 25 letras e números, sem espaço nem acento. Imagine uma loja pequena que vende pelo Instagram e gera um QR Code de valor fixo para cada pedido, usando o número do pedido como identificador (PEDIDO1027, por exemplo). Na hora de conferir quem pagou, basta cruzar o extrato com a planilha de pedidos.
Se o identificador ficar em branco, o padrão preenche o campo com três asteriscos, que significam “sem identificação”. A conciliação passa a depender só de valor, horário e nome de quem pagou.
Onde usar: loja física, delivery, eventos e loja virtual
- Loja física: placa A5 no balcão, perto do caixa e na altura dos olhos de quem está em pé. Uma cópia A4 na vitrine ajuda quem quer pagar sem entrar na fila.
- Delivery: envie o PNG e o copia e cola na mensagem de confirmação do pedido, ou imprima um código de valor aberto para o entregador levar.
- Eventos e feiras: um código de valor aberto por banca e um de valor fixo para cada ingresso ou kit.
- Loja virtual pequena: o estático atende quem fecha pedidos manualmente, por mensagem. Quando o volume cresce e a conferência manual começa a atrasar o envio, é hora de avaliar uma solução com Pix dinâmico.
Para quem vende serviço, o fluxo fica completo com o gerador de orçamento antes da venda e o gerador de recibo depois do pagamento.
Impressão e segurança da placa
Na prática, evite imprimir o QR Code com menos de 2 cm de lado: câmeras de celulares mais simples demoram a focar ou não leem. Outros cuidados: impressão nítida, papel fosco e a margem branca em volta do código, que faz parte do desenho e não deve ser cortada.
O golpe mais conhecido com código estático é a placa trocada: alguém cola um adesivo com outro QR Code por cima do original, e os pagamentos passam a cair na conta do golpista. Algumas proteções simples:
- Plastifique a placa ou use um suporte de acrílico, o que deixa um adesivo por cima mais visível.
- Confira a placa no começo do dia, lendo o código com o próprio celular.
- Mantenha o nome do recebedor escrito na placa, em letra legível, e oriente o cliente a conferir esse nome na tela do banco antes de confirmar.
- Sempre que possível, confirme o recebimento no app antes de liberar a mercadoria.
A mesma regra vale do outro lado do balcão: antes de confirmar qualquer Pix, leia o nome do recebedor que o banco mostra. Se não bater com a loja, não pague.
Erros comuns ao gerar o QR Code Pix
- Chave que não está cadastrada: o código é montado com qualquer chave em formato válido, mas só recebe dinheiro se ela estiver registrada na sua conta. Confira no app do banco.
- Celular com DDD errado: a chave telefone é +55, DDD e número. O gerador faz a conversão, mas o DDD é você quem digita.
- Chave aleatória incompleta: ela tem 36 caracteres, com hifens. Copie direto do app em vez de digitar.
- Nome diferente do titular: quem paga vê o nome registrado no banco, não o da placa. Se os dois não conversam, o cliente desconfia e desiste.
- Imprimir sem testar: o pagamento de R$ 0,01 leva um minuto e evita reimprimir um lote de placas.
As regras gerais do Pix estão na página oficial do Pix no Banco Central.
Perguntas frequentes
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